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quarta-feira, 31 de julho de 2019
domingo, 28 de julho de 2019
Conheça a Escala Pentatônica
Já imaginou, no momento em que está em cima de um palco, e de repente precisa realizar um improviso?
Mas não é um improviso qualquer, mas um mega improviso, aquele que a galera que está te assistindo “pira total”. Levanta o pessoal, e todos eles gritam e pedem mais.
Ou então no momento da criação de uma música, e esta música precisa de um solo, que não seja simples, mas que ao mesmo tempo não precise ser muito difícil de executar.
Para que a música ganhe uma “alma”.
Tem muitas formas de realizar isto, mas uma que pode ser adotada, e que certamente é muito fácil de realizar, chama-se ESCALAS PENTATÔNICAS.
Você conhece?
O que são escalas pentatônicas
As famosas “penta”, muito chamado pelos músicos, são uma composição de apenas 5 notas de uma escala.
As escalas pentatônicas mais utilizadas são as maiores e menores, e estas escalas, e que geralmente são utilizados nas músicas populares, blues e rock.
Estas notas muitas vezes são mais ambíguas que as escalas diatônicas, e é por isso que são muito bem utilizadas para realização de improvisos.
Utilizadas por grandes artistas
Um dos maiores guitarristas do rock utiliza-as de maneira abusiva, e que consegue explorá-las de forma que parece sempre ter algo novo neste tipo de escala chama-se Joe Satrinani.
Joe Satriani não é apenas um guitarrista que sabe aplicá-las, mas que também já foi professor de ícones atualmente da arte de tocar guitarra, como Steve Vai, Kirk Hammet do Metallica, e vários outros artistas do rock n’ roll, que certamente arrasta uma multidão de fãs em todo o mundo.
Estas escalas são aplicadas de várias maneiras por ele, que podem parecer complexas, mas são muito simples de serem usadas, porém, o artista sempre precisar aprender a tirar muito do pouco, e Joe Satriani certamente sabe fazer isto muito bem.
Como fazer uma escala pentatônica
Pra quem quiser começar, existe uma forma teórica inicial que facilita bastante a entender como realizar esta escala.
O ponto importante é: são cinco notas apenas nas escala, e por isso, o nome escalas pentatônicas.
Sendo então cinco notas, as escalas diatônicas possuem 7 notas, dó, ré, mi, fá, sol, lá, si.
Para tornar as diatônicas em pentatônicas, precisamos tirar duas notas. Mas qual delas devemos tirar?
Primeiramente, qual a tônica destas 7 notas? Quando falamos da Escala de Dó, A tônica é a nota dó. OK! Temos um primeiro passo.
O segundo passo é: saber se faremos uma escala maior ou menor.
Caso queira fazer uma escala maior, precisará tirar as notas de 4º e 7º grau, ou seja, a nota fá e a nota si.
Caso seja uma escala menor, as notas serão de 2º e 6º grau, ou seja, as notas serão ré e lá.
Pronto! Agora já sabe quais notas precisarão ser tocadas na escala.
Teoria e Prática
Procure entender bem a teoria, para começar a realização da prática.
E busque unir teorias, um pouco de escala pentatônica com harmonia flamenca por exemplo.
Ou então uni-la com um rock mais romântico.
Seja como for, aprofunde o que puder desta técnica que vai ajudar muito em criação de solos em boas harmonias e também ajudará bastante nos improvisos que precisarão serem executados em um determinado momento.
Procure sempre mudar as tônicas, crie também exercícios para escalas em diferentes tônicas, e deixe também “frases” prontas para momentos em que for usar.
Sem dúvidas, você vai evoluir demais como violonista/guitarrista quando aprender a usar estas escalas.
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quarta-feira, 24 de julho de 2019
Tocar violão aumenta a atividade do cerebral
Não há dúvida: todos nós somos capazes de apontar ao menos um benefício que a música traz à nossa vida. Escutá-la, durante os estudos, ajuda muitos a se concentrarem melhor. Há sempre aqueles que relaxam, no banho, cantando sua canção favorita. Muitos sentem estímulo para atividades físicas quando escutam músicas animadas. Os filmes abusam dos recursos sonoros para produzir determinadas sensações etc.
Há um sem fim de exemplos possíveis. Contudo existem certos efeitos da música em nosso corpo que não são conhecidos por todo mundo. Longe de simplesmente provocar emoções, a música também é capaz de modificar nossos corpos. Mais especificamente, nosso cérebro.
O produto de nossos sentidos e o cérebro
O primeiro ponto, que devemos considerar, é a importância do cérebro em tudo que fazemos. E explico: apontarei uma única palavra e, provavelmente, você a “verá”, mentalmente, sentirá seu sabor, seu cheiro e sua textura. Talvez até consiga “ouvir” o ruído comum que esta coisa produz. E a palavra é “maçã”.
Reparou como, simplesmente lendo, você conseguiu se recordar que:
- a maça é levemente doce;
- sua casca pode possuir várias tonalidades: mais vermelha, quando madura, e mais esverdeada, antes do ponto;
- ainda sobre a casca, ela é dura, quando o fruto está bom;
- ao mordê-la, ouve-se um “crunch”;
- na boca, sua textura é arenosa e suculenta;
- seu perfume nos faz salivar.
Repare como todos e cada um dos cinco sentidos estão, aqui, presentes. E uma simples palavra nos trouxe todas as experiências de uma só vez. Isso ocorre porque, quando conhecemos, como conhecemos, tudo que diz respeito a essa experiência fica armazenado no cérebro. Ele é quem recebe o impulso de cada sentido, depois unificando e, mais tarde, armazenando-o.
Isso servirá apenas para esclarecer a importância do cérebro em nossas vidas. E vale muito ter em mente que, sendo assim tão importante, deve ser exercitado. Embora não seja um músculo, o cérebro precisa de estímulos para conseguir seu melhor e, com o passo do tempo, manter-se saudável mesmo na velhice.
A música e o cérebro
Obviamente, a música é uma experiência. E pode ser muito importante na fabricação de nossas memórias. Um show, a música do casal, aquela que te arrancou um sorriso. Muitas músicas fazem parte de nossas vidas. Elas correspondem a marcos perenes, em nossa memória.
Acontece que a música, dentre as várias formas de arte, possui um papel importantíssimo em nosso cérebro. Ela, mesmo sendo apenas ouvida, ativa muitíssimas áreas de ambos lados deste magnífico órgão.
Como o cérebro não possui uma “área — exclusivamente — musical”, acaba empregando várias delas, simultaneamente: raciocínio lógico, linguagem, concentração, memória e afins. Com isso, o simples exercício de escutar música já é incrivelmente benéfico para quem o faz.
Tenha-se em mente que, quanto mais familiar a música, maiores os estímulos provocados no cérebro do ouvinte, tudo bem?
Agora, sabendo disso tudo, imagine unir todos os benefícios, a satisfação, que a música promove, com a coordenação motora e o emprego de atenção em várias tarefas ao mesmo tempo. Praticamente um crossfit cerebral, não é mesmo?
Tocar violão exercita o cérebro
Como dissemos antes, o cérebro corta um dobrado para processar uma música. Precisa tratar do ritmo, da melodia, da letra, caso haja. Todo esse esforço aumenta a atividade cerebral, acionando múltiplas de suas áreas.
No entanto, quando não apenas estamos ouvindo, mas produzindo música, a atividade é ainda maior.
O que acontece é que, enquanto tocamos, precisamos harmonizar os movimentos da mão de acordes (esquerda, nos destros e adaptados) e de ritmo (direita, nestes mesmos), e, ainda, precisamos calcular ou recordar a harmonia. Havendo intimidade com a execução dessas duas tarefas — já complicadas por si, diga-se de passagem —, é possível, também, cantar, acrescentando a melodia, o controle da respiração, a interpretação da letra e, claro, sua recordação.
Estamos, portanto, unindo os dois lados de nosso cérebro — o esquerdo, comumente relacionado às ciências exatas; e o direito, tido como responsável pela criatividade e sensibilidade artística —, cerebelo e amídala.
De acordo com Aurilene Guerra, mestre em neuropsicologia, pode-se, inclusive, comparar a atividade com a “resolução de equações matemáticas avançadas”.
Os efeitos do aumento de atividade cerebral ao tocar violão
O primeiro efeito do aprendizado e prática do violão é a manutenção da saúde cerebral. Mantendo tantas de suas áreas ativas ao mesmo tempo, provocamos sinapses e, consequentemente, o estimulamos a continuar jovem e vigoroso mesmo em idade avançada.
Outros efeitos incluem melhora da concentração, maior desenvoltura criativa mesmo na resolução de problemas matemáticos, aprimoramento de postura e coordenação motora. Por fim, quanto mais cedo acontecer a instrução do violão em crianças, melhores resultados ocorrerão no desenvolvimento da inteligência espacial.
Esses efeitos, porém, só são atingidos quando o estudante verdadeira quer aprender violão. Caso contrário, isso poderá acarretar em traumas e bloqueios, impedindo-a de aproveitar a experiência magnífica de tocar um instrumento musical.
Dessa forma, se está ao seu alcance aprender a tocar violão, comece hoje mesmo. Peça um instrumento emprestado. Compre um baratinho. Não importa. Importa, apenas, que você dê esse passo tão importante o mais rápido possível. Você não vai se arrepender.
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segunda-feira, 15 de julho de 2019
Aula de Violão Online: Análise dos Melhores Cursos [2019]
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